target="_blank">Some alt text
Promoções
target="_blank">Some alt text
Leitura Recomendada
target="_blank">Some alt text
Lançamentos e Eventos
target="_blank">some alt text
Escolha do Leitor
target="_blank">some alt text
Conheça o Autor
target="_blank">Some alt text
Livros Importados
target="_blank">Some alt text
Digno de Nota

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

[Edição Portuguesa] “ETERNA PAIXÃO” (Gwyn Cready)

[Edição portuguesa]
Ela estava bem ensinada. A língua dela movia-se na sua boca como um chicote, um convite directo para os prazeres que oferecia e uma chocante exposição dos prazeres que tinha aprendido a proporcionar.
Queria libertá-la daquelas memórias. Queria ser dono daqueles beijos, domar aquela boca incontrita. Existiam formas de habitar uma mulher… de agitá-la lentamente, fazê-la escrava das suas necessidades sucessivas, até os seus gritos encherem o quarto. Mas ele também sabia o preço que iria pagar.
Pág. 182
~~~*~~~
Campbell Stratford é uma historiadora de arte que trabalha no famoso Carnegie Museum of Art em Pittsburg. Após seu chefe anunciar sua aposentadoria, o conselho do museu considerou Cam como candidata ao cargo. Mas para conseguir essa promoção, ela precisaria captar uma generosa doação para o museu. Entretanto, sua maior rival estava em vantagem nessa corrida. Ela acabara de assinar um contrato para a publicação de uma biografia que, certamente, traria fundos.

Para se manter na disputa, Campbell decide também escrever um livro. Apaixonada pelo mundo da arte do século XVII, ela escolhe a vida do pintor Van Dyck como tema para uma biografia. Mas as editoras não estavam interessadas em fatos. Elas queriam que o lado sórdido da vida do artista fosse revelado… Mas como descobrir sobre a intimidade de alguém que viveu séculos antes?

Durante uma pesquisa na internet sobre o tema, Cam encontra uma página interessante e, ao clicar no link, algo extraordinário acontece... Arrastada por um turbilhão Cam é enviada para o ateliê de Peter Lely – outro artista da época. Sem saber como voltar para o presente, ela decide aproveitar a oportunidade e fazer uma pesquisa de campo. Porém, o encontro com Peter Lely toma um rumo inesperado. O pintor insiste em usá-la como modelo. O que seria apenas uma sessão de pintura, se torna uma ardente noite de paixão.
Ainda sem compreender como viajou no tempo, Cam retorna ao presente e termina seu manuscrito. Porém, ela descobre que não poderá usar as informações que conseguiu de Peter. Ele a enganou!
Sentindo-se traída, ela elabora um plano de vingança que acabará trazendo seu amante para o futuro. Com Peter Lely no século XXI, a vida de Campbell Stratford se transformará num verdadeiro inferno.
~~~*~~~
“Eterna Paixão” ainda não foi publicado por aqui, esse é mais um exemplar comprado na livraria Wook de Portugal. 
Gwyn Cready é autora de romances sobrenaturais que se dedica a escrever histórias sobre viagens no tempo. Vários títulos sobre o tema já foram publicados, porém não encontrei informações precisas se os livros fazem parte de uma série ou não. Acredito que sejam independentes, pois Eterna Paixão possui um desfecho satisfatório.
A própria autora define suas obras como divertidas e sensuais. Não há como discordar dessa afirmação, pois Eterna Paixão foi uma leitura deliciosa. No início fiquei um pouco apreensiva, pois a forma como Gwyn Cready conduziu a viagem no tempo me pareceu cômica demais. Porém logo me desapeguei desse pensamento e deixei que a história me envolvesse.

A autora dá um toque gostoso de humor a seus diálogos e, em várias cenas, me peguei sorrindo descaradamente.
Um detalhe muito interessante é que o personagem Peter Lely, retratista oficial da corte inglesa, realmente existiu. O ambiente artístico da época é descrito de forma muito divertida; com os estúdios repletos de modelos ávidas por posarem, a fama dos artistas de serem libertinos e os segredos que ali são ocultados.
Campbell Stratford é uma personagem determinada profissionalmente, porém na vida pessoal ela é descrita como uma mulher ingênua e iludida… fácil de se enganar. Não gostei desse aspecto da personagem, eu prefiro heroínas sagazes.

O romance do casal é um tanto turbulento, repleto de mal entendidos e desencontros. Mas não era para menos, afinal eles precisam vencer um obstáculo praticamente intransponível…a malha do tempo. As cenas de sexo são muito sensuais, mas também repletas de ternura.
“Eterna Paixão” me levou por um encantador passeio através do século XVII, pelo mundo da arte e da paixão. 

Cready, Gwyn. Eterna Paixão. Livros D'Hoje, 2011. 400 p.
wook_logo_vB_rgb_2

Postagens populares

seguidores

LENDO NAS ENTRELINHAS Copyright © - Todos os Direitos Reservados

desenvolvimento EMPORIUM DIGITAL