target="_blank">Some alt text
Promoções
target="_blank">Some alt text
Leitura Recomendada
target="_blank">Some alt text
Lançamentos e Eventos
target="_blank">some alt text
Escolha do Leitor
target="_blank">some alt text
Conheça o Autor
target="_blank">Some alt text
Livros Importados
target="_blank">Some alt text
Digno de Nota

segunda-feira, 10 de março de 2014

[Conheça o Autor] A dinastia de Meg Cabot


Meggin Patricia Cabot nasceu no dia 1 de fevereiro de 1967, em Bloomington, Indiana. Era uma leitora ávida desde tenra idade, no início devorava histórias em quadrinhos e ficção científica na biblioteca local. Em muitas entrevistas, Cabot afirma que ela encontrou seu caminho para a biblioteca durante os meses de verão, porque estava à procura de ar condicionado. Enquanto se refrescava na biblioteca, Cabot logo descobriu a literatura clássica, como To Kill a Mockingbird, do escritor Harper Lee (1926 -), e ​​Jane Eyre, escrito por Charlotte Brontë (1816-1855). Jane Eyre, a história do romance entre um homem e a babá de sua filha, em particular, teve um efeito duradouro sobre a jovem Cabot. Como explicou em uma entrevista em 2004 com Christina Nunez, "Ele me apresentou ao mundo do romance, que eu nunca deixei." 

Além de ler, Cabot também estava obcecada com princesas. "Eu era uma adoradora tradicional das princesas Disney"… Cabot lia sobre princesas (seu conto de fadas favorito é A Bela e a Fera) e fantasiava sobre ser uma princesa na vida real, muitas vezes dizendo que seus pais "reais", o rei e a rainha, chegariam um dia, em Indiana para encontrá-la. Em 1977 – com dez anos –, depois de ver o filme Star Wars, sua mania para a realeza cresceu a novas alturas. "Eu me tornei obcecada com a Princesa Leia", explica Cabot...
Enquanto estava na escola, Cabot começou a escrever suas próprias histórias, porque, como ela afirmou em uma entrevista, não havia absolutamente nada para fazer. "Isso foi nos dias que antecederam os populares TV a cabo e videocassetes, então não havia realmente nada a fazer além de escrever histórias (...)" Além disso, Cabot escreveu para o jornal do ensino médio. Ela também era ativa em atividades extracurriculares, incluindo coro, teatro, e clube de arte. 

Embora gostasse de escrever, Cabot nunca planejou se tornar um autor profissional. Em vez disso, sonhava em ser uma atriz ou veterinária. Infelizmente, ela foi reprovada em álgebra e foi mal em matemática no seu exame SAT1. Após a formatura no ensino médio, Cabot decidiu estudar arte na Universidade de Indiana. Munida com o seu diploma de graduação em Artes, Meg mudou-se para Nova York, com a intenção de seguir uma carreira de Ilustração|ilustradora autônoma. A ilustração, entretanto, logo cedeu lugar à verdadeira paixão de Meg - a composição literária - e, então, abandonou a sua ocupação de ilustradora e arrumou um emprego de assistente administrativa num alojamento de estudantes universitários na Universidade de Nova York. Não era exatamente um emprego dos sonhos, mas houve períodos em que o trabalho era lento, o que lhe deu muito tempo livre para voltar ao seu antigo amor: a escrita. 

Sete anos e milhares de cartas de rejeição mais tarde (Cabot afirma que ela tem um saco de correio cheia de rejeições), seu primeiro romance foi finalmente publicado. Era um romance histórico chamado Where Roses Grow Wild (No Brasil publicado como A Rosa do Inverno), e foi escrito sob o pseudônimo de Patricia Cabot. Ao mesmo tempo, Cabot estava ocupada com um romance chamado O Diário da Princesa, destinado a leitores mais jovens. Mesmo sendo uma autora já publicada, o romance jovem adulto de Cabot foi rejeitado dezessete vezes antes de ser finalmente comprado pela HarperCollins e lançado em 2000. 

A inspiração para a princesa veio de um evento que aconteceu na própria vida de Cabot. Depois da morte de seu pai, sua mãe começou a namorar o ex-professor de arte de sua filha. Cabot estava tão horrorizada que começou a escrever um diário. Ela expandiu as entradas do diário em uma história sobre uma garota chamada Amelia Mignonette Grimaldi Thermopolis Renaldo, também conhecida como Mia, cuja mãe está namorando seu professor de álgebra. Cabot também visitou seus antigos diários do ensino médio para adicionar uma voz adolescente à sua personagem, uma aluna desengonçada, tímida que é criada por sua mãe solteira em um loft em Greenwich Village, em Nova York. 
Além de enfrentar as provações e tribulações da vida adolescente, o mundo de Mia é virado de cabeça para baixo quando ela descobre que seu pai é na verdade o príncipe de um pequeno país europeu chamado Genovia e que ela é o próxima na linha de sucessão ao trono. 
Em apenas poucos anos O Diário da Princesa tornou-se uma mini-dinastia com Meg Cabot como sua rainha. Em março de 2006, Cabot tinha escrito sete títulos da série, assim como vários livros spin-off. Seus esforços foram recompensados em novembro de 2003, quando a autora assinou um acordo de sete dígitos com sua editora.

Além de continuar a série Princesa, HarperCollins assinou com Cabot para expandir duas outras séries YA, A Mediadora e Desparecidos. 
A série A mediadora centra-se numa garota de dezesseis anos, Suze Simon, que acha que seu maior problema é o novo casamento de sua mãe, isto é, até que ela descobre que tem a capacidade única de falar com os mortos. A ideia para A Mediadora foi desencadeada após a morte do pai de Cabot. Durante uma conversa com seu irmão, ele revelou que pensou que poderia ver periodicamente seu pai com o canto do olho. Cabot perguntava: "E se você pudesse ver os fantasmas de cada pessoa morta?". Assim, o caráter de Suze Simon nasceu. 

A série Desaparecidos foi lançada em 2001 com Quando cai o raio. A inspiração para os livros veio quando Cabot e um amigo quase foram literalmente atingidos por um raio. Apesar de ter sido uma situação assustadora, os dois amigos ficaram animados porque talvez adquirissem poderes psíquicos. Claro que isso não aconteceu, então Cabot deu habilidades psíquicas para sua heroína de dezesseis anos de idade, Jess Mastriani, que usa o seu dom para encontrar crianças desaparecidas. 

Porém, Cabot nunca abandonou o seu amor de escrever romances para adultos, tanto romances históricos como contemporâneos. Cabot é rápida em apontar, no entanto, que seus romances adultos são um tanto atrevidos para os mais jovens. Em vez disso, ela orienta os leitores adolescentes para uma linha de romances históricos YA –, Nicola and the Viscount e Victoria and the Rogue (ainda não publicados no Brasil) 

É casada com o escritor financeiro e poeta Benjamin D. Egnatz. O casamento foi celebrado em 1 de abril de 1993, o "April Fool´s Day" (dia dos tolos, ou dia da mentira, como é conhecido no Brasil), a escolha da data foi uma brincadeira de Meg, pois seu marido tinha uma crença de que só os tolos se casam. O casamento ocorreu durante uma fuga para a Itália, e o romance "Todo Garoto Tem" é vagamente inspirado nessa história. 

Em setembro de 2009, Meg Cabot veio ao Brasil durante a Bienal do Livro e se disse fã da escritora Clarice Lispector, e ainda recomendou um livro seu, Laços de Família. Além de participar de diversas seções de autógrafos e palestras na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, Meg Cabot também visitou as cidades de São Paulo, Curitiba e Salvador. 
No ano de 2013 Cabot lançou o " Livro das Princesas " em parceria com as autoras brasileiras Paula Pimenta e Patrícia Barbosa e outra autora americana, Lauren Kate. 


1. O SAT (sigla para Scholastic Aptitude Test ou Scholastic Assessment Test) é um exame educacional padronizado nos Estados Unidos aplicado a estudantes do ensino médio, que serve de critério para admissão nas universidades norte-americanas (semelhante ao ENEM brasileiro, embora as universidades não se baseiem somente nas notas dos alunos para aprová-los).


Postagens populares

seguidores

LENDO NAS ENTRELINHAS Copyright © - Todos os Direitos Reservados

desenvolvimento EMPORIUM DIGITAL