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Digno de Nota

sexta-feira, 7 de março de 2014

“CONVERGENTE” (Veronica Roth)

''Eu não estou bem. Estava começando a sentir que eu tinha finalmente encontrado um lugar para ficar, um lugar que não era tão instável, corrompido ou controlado em que eu poderia realmente ficar. Você pensaria que eu teria aprendido até agora – tal lugar não existe.''
~~~*~~~
Sinopse:

A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou - destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. Portanto, diante da chance de explorar o mundo além dos limites que ela conhecia, Tris não hesita. Talvez, assim, ela e Tobias possam ter uma vida simples e nova juntos, livres de mentiras complicadas, lealdades suspeitas e memórias dolorosas.

No entanto, a nova realidade de Tris torna-se ainda mais alarmante do que aquela deixada para trás. Antigas descobertas rapidamente perdem o sentido. Novas verdades explosivas transformam os corações daqueles que ela ama. Então, mais uma vez, Tris é obrigada a compreender as complexidades da natureza humana – e a si mesma –, enquanto convergem sobre ela escolhas impossíveis que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor.
~~~*~~~
Convergente encerra a série distópica Divergente de Veronica Roth. O desfecho do livro anterior – Insurgente – me deixou muito curiosa em relação ao rumo e as revelações que a autora daria nesse final de série. Iniciei a leitura cheia de expectativas, mas com aquela pontinha de desconfiança. Afinal, a maioria das séries apresentam desfechos pouco surpreendentes.

Infelizmente, Convergente não foi diferente. Alguns leitores acharão o desfecho épico, chocante, inquietante e blá blá blá… Mas se as ações dos personagens ao longo da série forem encaradas como um indício, o que ocorreu nesse final era apenas uma questão de tempo. Óbvio até. Confesso que não me surpreendi. Na resenha de Insurgente eu falei bastante do comportamento dos personagens.
Não me entendam mal, o livro não é ruim, porém ao tentar provocar fortes emoções no leitor, Roth foi previsível. Pois, no final das contas, os personagens mantém o mesmo padrão de decisões... batendo cabeça. Nada mudou.

A narrativa se divide entre os pontos de vista de Tris e Tobias (Quatro). Com essa abordagem a autora apresenta uma nova faceta de Tobias, pois vemos seu lado mais emocional e vulnerável. Aquela imagem de homem forte e maduro dos livros anteriores foi perdida. Aliás, achei Tobias extremamente ingênuo aqui.

A maior parte da história concentra-se em apresentar o mundo real, o que ocorre fora da cidade – além da cerca e do sistema de facções. Essa fase possui um ritmo bom, pontuado com alguns episódios de conflito e ação. As revelações são interessantes, mas achei tudo muito vago e até sem sentido. As explicações que a autora deu sobre a existência da divergência não me convenceram, sem falar na ladainha sobre mutação genética. Ah… não vamos esquecer dos “soros” milagrosos, a salvação para todos os problemas da sociedade. rsrs...

Outra característica do enredo que me incomodou bastante, é que a autora se rendeu à tendência de simplificar as coisas e mostrar o lado benevolente das pessoas. Os erros são perdoados, os vilões se redimem com uma simples demonstração de afeto e o livro termina com uma mensagem clichê de altruísmos e superação. 

Enfim, se você leu os livros anteriores, vale a pena concluir a série. Mas, para mim, o desfecho ficou aquém do esperado.



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