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Digno de Nota

sexta-feira, 23 de julho de 2010

"LIVRO DOS MORTOS" (Patricia Cornwell)


"Livro dos Mortos" é o 15° livro da série Scarpetta. Quando vi esse exemplar lindo de morrer na livraria resolvi dar mais uma chance. Isso mesmo, comprei pela capa.
Infelizmente, Livro dos Mortos, não me agradou. Cornwell introduz tantos detalhes paralelos à trama policial, que o leitor acaba se desligando do mote principal do livro, que deveria ser voltado para a investigação e não para os problemas pessoais dos personagens.
~~~*~~~
- Roma

Uma banheira cheia de água fria....muito fria. Ela se senta calada na água com os cubos de gelo derretendo lá dentro. Não resta muito em seus olhos. Logo, ela estará dormindo.
O homem que a colocou ali está fascinado. Ele pega o cinto e tenta tranquilizá-la, diz que não vai espancá-la.
Mas então...o que ele fará com o cinto?
Ele manda que se ajoelhe e vire para a parede, apanha o cinto e enfia a ponta na fivela...

- Dez dia depois

Os únicos que não são italianos naquela reunião são a legista Kay Scarpetta e o psicólogo forense Benton Wesley. Nove dias antes uma estrela do tênis foi encontrada morta e mutilada. Scarpetta e Benton foram convidados para serem consultores no caso, o homicídio de uma americana deixou o governo italiano em uma posição extremamente delicada.
Até o momento as evidências não revelaram nada de concreto.

De volta aos EUA, Scarpetta e Benton retornam à suas rotinas normais. Agora , Kay está morando em Charleston, na Carolina do Sul, abriu um laboratório de patologia forense privado, e conta com uma equipe competente. Pete Marino é seu investigador linha dura e instável, Lucy, sobrinha de Kay, é uma exímia haker do FBI, e Rose sua fiel secretaria.

Como se não bastasse o terrível caso de negligência e assassinato infantil em que está trabalhando lhe tirar o sono, uma antiga inimiga resolve atacá-la novamente, Marino passa a se comportar como um maníaco, concorrentes parecem estar interessados demais em seu fracasso, e estranhas mortes começam a ocorrer.

Longe de Scarpetta, na Nova Inglaterra, Benton está investigando uma misteriosa paciente do hospital psiquiátrico em que trabalha. Ele percebe que esta mulher pode estar ligada ao assassinato ocorrido em Roma e com as recentes mortes.

Uma avalanche de acontecimentos invade a vida de Kay sem aviso. Ela corre o risco de perder sua carreira, seu relacionamento, e seus amigos. Kay Scarpetta não esperava lidar com uma sequência de assassinatos tão brutais, e rapidamente os nomes em seu livro dos mortos aumentam. Ela precisa deixar tudo de lado e correr contra o tempo para descobrir quem é esse psicopata. Antes que mais um nome precise ser escrito.

~~~*~~~
O primeiro capítulo é incrível, com um cenário europeu sedutor e um assassinato brutal. Mas com o desenrolar da história a coisa meio que degringola. O livro tem uma evolução lenta, muitas vezes a narrativa se torna arrastada pela introdução de muitos dramas fora do contexto policial.

Eu li mais sobre os problemas pessoais, conflitos psicológicos, jogos de interesses, ciúmes e intrigas, do que sobre a investigação policial em si. A vida pessoal dos protagonistas é importante, mas de forma secundária e não deve ofuscar a trama. Aliás, não há investigação policial, quem conduz a história ao desfecho do crime é a médica legista. Eu adoro thrillers que envolvam medicina forense, mas esta, tem que andar de mãos dadas com a policial e não sozinha.

Kay Scarpetta é descrita como inteligente, mas não transmite confiança nesse livro, mulher conformada, sem expectativa....sei lá.
Infelizmente o livro não intriga o leitor, apresenta um assassino que não desafia a inteligência de ninguém e uma série de pistas desconexas, onde as únicas pessoas que conseguem encontrar sentido em tudo aquilo é Scarpetta e sua equipe. Kay só consegue fazer conexão entre as mortes graças a equipamentos mirabolantes que nem a polícia tem acesso, ou seja, a investigação não tem a emoção de uma caçada inteligente, não há um perfil do assassino, e a pista que levou à identidade do psicopata  não transmitiu credibilidade.
Benton é um psicologo forense que tem uma participação tímida na trama. Ele passa a história inteira investigando uma paciente que é inimiga pública de Scarpetta e fazendo birra por ciúmes de um policial italiano. Saber mais do perfil e dos motivos do psicopata assassino...nada.

Não me senti desafiada em descobrir o assassino e muitas vezes me esqueci que estava lendo um romance policial.
"Livros dos Mortos" não entrou para minha lista de preferidos. Talvez, porque séries muito grandes tendem a desandar em um livro ou outro. Mas não perdi minha fé na autora, se surgir mais algum livro de meu interesse...lerei com certeza.

Se você tem curiosidade em conhecer a série Scarpetta de Patricia Cornwell, aconselho a iniciar a leitura pelos primeiros livros que são melhores, deixe "Livros dos Mortos" para depois.

Cornwell, Patricia. Livro dos Mortos. Companhia das Letras, 2010. 440 p. (Scarpetta, Vol. 15)

15 comentários:

  1. O livro é lindoooooooooo, adoro rosa. Li um da Cornwell e assim, gostei + é passável.

    Não sei pq a Scarpetta faz tanto sucesso, parece q vai virar filme e ela será interpretada pela Angelina Jolie.

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  2. Hum... eu dispenso... vou marcar na minha listinha negra essa autora...rss

    beijos,
    Dé...

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  3. Selinho para você la no Blog!!!

    http://blogmundodoslivros.blogspot.com/2010/07/selinho.html

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  4. Ei Hérida,

    nuuuuuuuu tadinho do livro hehe
    engraçado que pela trama inicial parece uma história ótima mesmo, mais policial sem investigação é um saco mesmo, melhor comprar logo um drama.

    Eu nem nunca tinha ouvido falar desta série e acho que vou continuar sem por enquanto rs

    bjo

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  5. Hérida, eu gosto muito de Cornwell, uma das minhas escritoras preferidas, além de gostar muito de thrillers médicos também.
    Angelina Jolie está sendo cotada para protagonizar Scarpetta no cinema. Pena q vc não curtiu o livro...
    A capa tá mesmo sensacional!
    Bjks

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  6. Aff, não senti interesse pelo livro e pelo jeito ele não é bom como a capa e a sinopse tenta passar.
    Que pena que não gostou, é ruim pegar um livro e achar que é bom e depois se decepcionar. ^^
    beijos.

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  7. 15°, to fora, kkkk
    Ainda mais depois de ler a resenha, kkkkk
    Beijinhos mil!

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  8. Não conhecia e anotei a dica... Achei bem interessante.
    Realmente mta das vezes compramos pela capa...hahaha

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  9. Nossa que balde de água fria. Comecei a ler tua resenha com o maior entusiasmo. Já estava com a mão na caneta pra colocar ele na minha lista e de repente...:"A avaliação do livro no Skoob é boa, mas eu não gostei de "Livros dos Mortos", e desisti da série Scarpetta. "
    Fiquei triste, rsrsrsrsrs. Pelo que voce começou falando ele tinha tudo pra ser muuuuuuuito bom, mas se chegou no razoavel foi muito. Uma pena.

    Bjkas.

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  10. Naty! Pois é...o livro é lindo, com a brochura rosa, um desbunde. Mas a trama me decepcionou, fui crente que encontraria uma trama policial incrível e encontrei dramas pessoais e histórias paralelas sem ligação nenhuma com o foco principal do livro. Uma pena mesmo.

    Oi Débora. Não colocar a Patricia Cornwell na lista negras não!kkk Ela é uma ótima escritora, foi esse livro que não me agradou. Tenta outro título.

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  11. OI Alê! Então..fui com muita sede ao pote. Esperava demais do livro e me decepcionei legal. Não é horrível, mas tá longe de ser um thriller policial bom. Mas lerei outros livros da autora com certeza. Só não quero mais saber de Scarpetta nos livros..só no cinema.kkk

    Leninha! A série é enorme! Tbm tô fora kkk

    Caline: fica triste não. kk Leia os primeiros livros da série que são muito bons, talvez por ser o 15º a autora deu uma escorregada.Dá uma chance p/ Cornwell.

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  12. Nunca tinha ouvido falar desse livro, ainda mais q tem 15 Oo' Uau
    Mas a capa não me agradou rs rs
    Confesso, tbm compro livro pela capa ;)
    Bjos

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  13. OMG!!! Até que enfim, alguém para concordar comigo. Uma amiga é fã da Scarpetta e eu fui na onda e li POST-MORTEM. O livro é chato! E o assassino não era ninguém envolvido na trama, ninguém que pudessemos dizer: Caramba! Logo ele? Como eu não imaginei isso?

    Rsrsrs... Talvez eu tenha me acostumado muito com a Tess Gerritsen.

    Ótima resenha como sempre.

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  14. OI Nique!
    Meninaaa! Eu adoro Tess Gerritsen, estava crente que os livros de Patricia Cornwell seguia o mesmo estilo.Ledo engano...sem comparação.
    Bjs

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  15. Sou leitora compulsiva e confesso que quando vi a capa desse livro tb não resisti e comprei. Me arrependi. Não há linha de raciocínio e achei tudo muito desconexo...

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