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Digno de Nota

segunda-feira, 9 de abril de 2012

“OKSA POLLOCK e o mundo invisível” (Anne Plichota & Cendrine Wolf)

"O nascimento da menina veio acompanhado de expectativa. Pavel Pollock estava feliz por ser pai, mas também foi tomado pela agitação e seu coração se encheu de angústia. Ele sabia que tudo se apoiaria naquele pequeno ser e sofria antecipadamente. Oksa, sua filha recém-nascida, teria um longo e difícil caminho a trilhar. Ela era a esperança de um povo."

~~~*~~~
Treze anos depois…

A família pollock acabara de trocar Paris por Londres. A princípio Oksa não gostou da ideia, afinal ela deixou a vida que conhecia para trás. Mas tudo pareceu mais fácil quando soube que seu melhor amigo, Gus, também havia se mudado para Londres com a família. Ela não estaria sozinha nessa nova fase, porém nada seria como antes. Ela ainda não sabia, mas estava prestes a ingressar na maior aventura de sua vida.

Aos 13 anos, Oksa Pollock é uma garota temperamental e não estava certa de que se acostumaria com o estilo britânico. Estudar num colégio tradicional e usar uniforme com saia plissada não combinava com seu jeito “ninja” de ser. A vida de Oksa acabara de ser virada de cabeça para baixo, mas o pior ainda estava por vir…

Como se não bastasse ter que enfrentar um novo colégio, os olhares de desconhecidos e um professor que fazia questão de pegar em seu pé; Oksa descobriu, de uma hora para outra, que não era uma garota comum. Após uma esquisita marca surgir em torno de seu umbigo, poderes sobrenaturais foram despertados em Oksa. Sem entender como ou porquê conseguia atear fogo com as próprias mãos, mover objetos ou levitar, Oksa imaginou que talvez fosse uma aberração da natureza. Incapaz de lidar sozinha com tantos eventos bizarros, ela decide que deve dividir esse segredo com Dragomira Pollock, sua excêntrica avó.

Então, Dragomira revela a verdadeira origem dos Pollock… Em algum lugar da Terra, existe um mundo oculto aos olhos de humanos comuns, um mundo repleto de magia e habitado por seres fantásticos chamado Edefia. Mas algo terrível havia acontecido no passado. Diante de um levante pela tomada do poder, Dragomira e outros habitantes De-Dentro foram forçados a se refugiar em De-Fora.

Assim, Oksa descobre ser a “Inesperada”, a única que pode conduzir os exilados de volta a sua terra natal e libertar Edefia do domínio do mal. Diante dessa missão importante, Oksa – com a ajuda de seu amigo Gus, sua família e protetores – enfrentará um inimigo poderoso e disposto a tudo para impedi-la de cumprir seu destino…
~~~*~~~
Oksa Pollock e o mundo invisível é o primeiro volume da série homônima de autoria das francesas Anne Plichota e Cendrine Wolf. Diante de uma campanha tão inflamada e as inúmeras opiniões positivas sobre o lançamento, fiquei realmente curiosa para conhecer a obra responsável pela Pollockmania.
Oksa Pollock é um livro infantojuvenil que possui todos os ingredientes que despertam a curiosidade dos leitores. Apresenta um mundo repleto de magia, criaturas extraordinárias, personagens simpáticos e cenas bem-humoradas. Entretanto, algumas questões me incomodaram e gostaria de colocá-las em pauta.

Para um exemplar com 428 páginas, é de se esperar que a trama seja bem estruturada e todos os elementos ilustrados de forma detalhada. Porém, existe um excesso de cenas e diálogos sem importância para a trama central. Achei que houve um certo exagero no enfoque do temperamento impulsivo de Oksa, na falta de bom senso ao usar seus superpoderes e em discussão tolas com colegas de escola.
Há muitos “fogos de artifício” em torno dos poderes dos De-Dentro, mas a maior parte do tempo os personagens passam em treinamento e fazendo demonstrações de suas habilidades. Isso acabou me cansando.

A narrativa não contribui para a fluidez da leitura. Achei o vocabulário muito maduro e, às vezes, formal demais para uma trama infantil. Sou da seguinte opinião…se o livro é destinado ao público infantojuvenil, o discurso deveria ser mais simples, fluido e sem tanta afetação. É claro que as crianças de hoje têm condições de interpretar um texto mais polido, porém esse tipo de leitura se torna maçante. Eu gosto de narrativas elegantes, mas isso não é legal para um livro infantil.

Confesso que estou dividida. Acredito, sinceramente, que Oksa Pollock seja um bom livro infantojuvenil, pois traz mensagens importantes. Ele tem tudo para dar certo e agradar a jovens e adultos, mas não senti o mesmo fascínio que observei em outros leitores. Se você também leu Oksa Pollock, me diz o que achou.

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