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Digno de Nota

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

"O PALÁCIO DA MEIA-NOITE" (Carlos Ruiz Zafón)

Houve um tempo em minha vida em que acreditava que nada tinha mais força do que o amor. É verdade que o amor tem força, mas ela é minúscula e empalidece diante do fogo do ódio.
~~~*~~~
Sinopse:

1916. Um homem é perseguido pelas vielas escuras de Calcutá. Sua vida corre perigo, e ele carrega um segredo muito especial - sob seu casaco ele esconde dois bebês recém-nascidos e pagará qualquer preço para salvá-los.
Os irmãos gêmeos Ben e Sheere foram separados logo após o nascimento. Ele passou a infância num orfanato, enquanto ela seguiu uma vida errante junto da avó. Assim, cresceram sem saber da existência um do outro.

1932. No orfanato onde Ben vive, todos os órfãos devem ir embora ao completarem 16 anos, para enfrentarem a vida como adultos. No dia do último encontro da Chowbar Society no Palácio da Meia-noite, os adolescentes que formam o grupo conhecem a jovem Sheere. Nessa noite, ela também se torna membro da sociedade e adere ao pacto de ajuda e apoio incondicional que todos compartilham.

Os amigos embarcarão numa arriscada investigação para solucionar o mistério da trágica história de Ben e Sheere. Estes, são apresentados aos eventos que selaram seu destino: um terrível acidente numa estação ferroviária e a maldição que ameaça destruí-los.

Cada um deles verá sua amizade e sua coragem posta à prova, e para sempre serão marcados pela maior aventura de suas vidas...
~~~*~~~
Iniciei a leitura de O Palácio da Meia-noite – segundo romance da trilogia da Névoa de Carlos Ruiz Zafón – imaginando que seria uma sequência de O Príncipe da Névoa. Porém, não há nenhuma conexão entre as duas histórias. Confesso que fiquei um tanto desapontada, pois o primeiro livro deixou algumas pontas soltas. 
Por outro lado, existe a vantagem da série poder ser lida sem uma ordem específica. Acredito que o elo entre os romances reside nos temas que mesclam o sobrenatural com uma atmosfera sombria, que flerta com o terror. Além dos protagonistas serem crianças e adolescentes.

Particularmente, a escrita de Zafón é o ponto alto de suas obras, pois ele consegue mesclar fantasia e realidade de uma maneira muito peculiar... própria. Aliás, a narrativa de Zafón é belíssima.
A atmosfera sombria da história é perfeita, porém o autor novamente peca na construção de alguns elementos. Falta substância ao enredo, pois o recurso usado para fundamentar a trama me pareceu pouco consistente. Quem já leu algum livro do autor dessa leva infantojuvenil, percebeu que ele tende a descambar para o absurdo. Mas como os livros são para o público jovem e o tema voltado à fantasia, o negócio é deixar-se levar pela imaginação.
O Palácio da Meia-noite é um livro curto, mas que consegue envolver o leitor. Principalmente, por todos os mistérios e segredos que envolvem os protagonistas. Uma história que surpreende por sua aura lúgubre e, ao mesmo tempo, repleta de emoções.

Zafón, Carlos Ruiz. O Palácio da Meia-noite. Suma de Letras, 2013. 271 p. (Trilogia da Névoa, Vol. 2)


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