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Digno de Nota

terça-feira, 25 de agosto de 2015

“O ÚLTIMO POLICIAL” (Ben H. Winters)

Qual o sentido de se investigar um assassinato se em breve todos irão morrer?

~~~*~~~
Sinopse:

O fim do mundo tem data marcada. Então por que continuar investigando assassinatos e outros crimes? O detetive Hank Palace tem que encarar esta questão quando o asteroide 2011GV1 aparece nos radares terrestres. Não existe mais chance, esperanças, apenas seis meses o separam da data do impacto. 
Os astrônomos terrestres descobrem que um gigantesco asteroide está em rota de colisão com o planeta. Em apenas seis meses a Terra será devastada. E esta descoberta deixa o mundo em frenesi. No caos que se instala, o recém-promovido detetive Hank Palace é chamado para investigar um suicídio (fato corriqueiro neste novo mundo perto do fim), mas alguns elementos estranhos na cena do crime e no passado do morto levam o detetive a questionar o veredito.

À sombra do asteroide 2011GV1, “carinhosamente” apelidado de Maia, Palace tenta juntar as peças e desvendar o estranho quebra-cabeça que envolve a morte de Peter Zell. Ao mesmo tempo que tem que equilibrar a conturbada condição da força policial de Concord, o detetive tenta arrumar sua vida pessoal nesses meses restantes – uma irmã problemática e a paixão fulminante por uma das suspeitas do crime.
~~~*~~~ 
O Último Policial é o primeiro volume da série homônima escrita por Ben H. Winters. Minha curiosidade pelo livro foi aguçada pela sinopse intrigante e pelo gênero. Quem acompanha o blog sabe que não resisto a um bom thriller policial. A premissa do livro é intrigante, um mundo à beira da destruição que está entrando em colapso devido ao medo e desesperança. Cenários apocalípticos mesclados a uma investigação policial, foram temas atrativos para mim.
Entretanto, a leitura demorou a engrenar. A história tinha tudo para ser incrível, mas desandou me algum ponto. Infelizmente, não fui envolvida pela trama.

A história é narrada em primeira pessoa, o que limita um pouco a visão das coisas. Passamos muito tempo dentro dos pensamentos e reflexões do protagonista, detetive Hank Palace, e ficamos um tanto que “engessados” à sua perspectiva.

Em uma cidade onde corpos de suicidas são encontrados com frequência, Hank desconfia que a ultima morte relatada seja suspeita. Contrariando a opinião de todos, Hank decide investiga-la como um possível assassinato. Logo de início, os motivos que o levaram a desconfiar que um homicídio poderia ter sido ocorrido não me pareceram tão convincentes. Ninguém parece estar muito interessado nos motivos da morte e muito menos disposto a investigá-la – afinal o mundo vai acabar em poucos meses e nada disso fará diferença – e, mesmo assim, nosso protagonista está disposto a desvendar o caso. 
Um caso que só existe para ele, diga-se de passagem. As parcas provas forenses indicam suicídio, o médico legista também não encontrou nada que evidencie o contrário, mas nosso detetive novato quer levar o caso adiante de qualquer maneira. 

Mas então, porque seus superiores permitem que um detetive investigue algo que somente ele acredita ser suspeito? Comodidade, para evitar o estresse… foi a impressão que tive. Como se deixassem que ele “brincasse” de policial antes que a morte chegue.

Tanto o personagem quanto a investigação me pareceram amadoras e inconsistente. Demorei horrores para ler esse livro, pois não conseguia me entregar. Fechei o livro com um suspiro de alívio…. “enfim acabou”. 

Com certeza tive problemas com o livro, a narrativa não me “ganhou”. Mas a história não é de todo ruim, com certeza eu não estava no momento certo para lê-lo. Ainda tenho esperanças de que o segundo livro seja melhor.

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