target="_blank">Some alt text
Promoções
target="_blank">Some alt text
Leitura Recomendada
target="_blank">Some alt text
Lançamentos e Eventos
target="_blank">some alt text
Escolha do Leitor
target="_blank">some alt text
Conheça o Autor
target="_blank">Some alt text
Livros Importados
target="_blank">Some alt text
Digno de Nota

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

“2ª CHANCE” (James Patterson)

Adicionar legenda
Em breve todos aqueles babacas burros iam ver que não era só ódio. Eles iam entender seu padrão. Os culpados tinham de ser castigados...  Deitou na cama de novo e se masturbou olhando para a foto de Missy Preston, que teve o minúsculo pescoço fraturado...
Sem um gemido, ele ejaculou...Aquela senhora merecia morrer. A menina do coro da igreja também. Ele estava bombado!
Pag. 63

“2ª Chance” é o segundo volume da série Clube das Mulheres Contra o Crime escrita pelo autor James Patterson. O autor é considerado um dos grandes mestres do suspense e, quem já leu suas obras, sabe muito bem o porquê. Patterson escreve thriller policiais enxutos, de capítulos curtos e que levam o leitor diretamente ao olho do furacão. Características que nos mantém colados em suas páginas do começo ao fim.
~~~*~~~
Depois de seu ultimo caso de assassinato, Lindsay Boxer ficara completamente perdida durante muito tempo. Tirou um mês de folga da Homicídios, mas nada ajudava, nem aconselhamento, nem o apoio de suas amigas Claire, Jill e Cindy. A notícia de que haviam disparado uma saraivada de balas contra a Igreja La Salle Heights e que uma menina de onze anos tinha morrido, a deixou com o coração apertado. Já fazia mais de três meses que Lindsay não via uma cena de homicídio, mas ela não queria ficar fora dessa investigação. A hora de deixar as tragédias para trás havia chegado...

Após examinar o corpo da vítima, a legista Claire Washburn descobriu algo que poderia mudar o perfil do assassino. O que parecia ser um ataque a esmo, se mostrou um ato premeditado e friamente calculado. A menina não foi atingida ao acaso, ela era o alvo do brutal assassino.
Enquanto o departamento de homicídios analisava as pistas, em outro local da cidade uma mulher é encontrada enforcada. Não há nada de semelhante entre os dois casos, mas a repórter Cindy desconfia que os dois homicídios foram executados pelo mesmo homem. Porém, é preciso provar. Seguindo seus instintos, Lindsay decide averiguar a cena do crime e, para sua surpresa, realmente existe uma ligação. A tenente descobre que, em ambos os homicídios, o assassino deixou um traço distintivo: uma espécie de assinatura.

Como ambas as vítimas eram negras, a hipótese de crime por ódio racial foi aceita pelo departamento de polícia. Mas quando um policial é sumariamente executado, Lindsay descobre outra relação... todas as vítimas tinham ligação com policiais de São Francisco. Contrariando a vontade de seus superiores, a tenente Lindsay abandona a linha de investigação de crime racial e adota uma nova hipótese….vingança.

Enquanto segue os rastros desse monstro, ela descobre que os motivos do assassino podem estar, de alguma forma, ligados a ela. O passado de sua família retorna para assombrá-la, tornando-a assim um alvo em potencial.
~~~*~~~
Na série “Clube das Mulheres Contra o Crime” existe uma espécie de trabalho em equipe. Lindsay Boxer é uma tenente do departamento de homicídios de São Francisco que, com a ajuda de suas amigas –  Claire Washburn, uma legista; Jill Bernhardt, assistente de promotoria e Cindy Tomas, uma repórter – analisam as pistas do caso em questão e tentam juntas encontrar respostam que conduzam ao criminoso. 

Quando li o primeiro livro, achei incrível essa ideia de quatro amigas se unirem e trabalharem em conjunto. Mas hoje, um pouco mais tarimbada nos romances policiais, acho a ideia um tanto improvável. Para começar, uma detetive de polícia jamais poderia discutir detalhes de um caso de homicídio com pessoas que não estão diretamente ligadas à investigação, muito menos com uma repórter. Confesso que as cenas de discussão, regradas a muita cerveja gelada no bar da Susie, são um dos momentos que mais gosto no livro. É ali, na mesa de um bar, com os ânimos mais descontraído, que elas conseguem fazer certas conexões e olhar para as pistas sob um ângulo diferente. É muito instigante e envolvente, mas continuo achando pouco crível.

Deixando de lado o deslize ético de Lindsay, “2ª Chance” possui as características que marcam os livros de Patterson.  É simples, direto e sem enrolação. Porém, é mais leve nas descrições dos assassinatos e a investigação parece ser menos complexa...o livro não exige muito esforço de dedução. A série é um tipo de chick-lit policial, diversão simples e garantida.
Vale lembrar que alguns eventos de "1º a Morrer" influenciam na personalidade e desencadeiam uma certa evolução pessoal da protagonista nessa continuação, mas os enredos em si não têm ligação…são casos independentes.

“2ª Chance” é um romance policial despretensioso e muito gostoso de ler. Leitura rápida e dinâmica. Agora, vou correndo ler o próximo livro da série, 3º Grau.

Patterson, James. 2ª Chance. Rocco, 2009. 351 p. (Clube das Mulheres Contra o Crime, Vol. 2)

Postagens populares

seguidores

LENDO NAS ENTRELINHAS Copyright © - Todos os Direitos Reservados

desenvolvimento EMPORIUM DIGITAL